"O episódio conhecido como Bra-Burning, ou A Queima dos Sutiãs, foi um evento de protesto com cerca de 400 ativistas do WLM (Women’s Liberation Movement) contra a realização do concurso de Miss America em 7 de setembro de 1968, em Atlantic City, no Atlantic City Convention Hall, logo após a Convenção Nacional dos Democratas. Na verdade, a ‘queima’, propriamente dita, nunca aconteceu. Mas a atitude foi incendiária. A escolha da americana mais bonitinha era tida como uma visão arbitrária da beleza e opressiva às mulheres, por causa de sua exploração comercial. Elas colocaram no chão do espaço, sutiãs, sapatos de salto alto, cílios postiços, sprays de laquê, maquiagens, revistas, espartilhos, cintas e outros “intrumentos de tortura" " (http://anos60.wordpress.com/2008/04/07/a-queima-dos-sutias-a-fogueira-que-nao-aconteceu/).
Queimaram os sutiãs, passaram a usar calças (não necessariamente nessa ordem) e agora, que têm tanta "independência", reclamam. "Reclamamos", né? Trabalho, casa, salão, academia, casa (de novo pq essa toma tempo mesmo rs), marido/noivo/namorado/rolos e afins... Confesso que, como a música, "somos mais macho que muito homem" (ok, sem colocações machistas).
Damos muito mais conta das coisas que eles, vai. Tenta depilar a virilha, ou, enfim, o local correspondente... duvi D O- Dó! Pra tirar sangue é o maior drama, imagine otras cositas más. Deixar casa em ordem então, sem NÓS, é praticamente impossível (parabéns para as exceções). Minha entrevistada deveria estar se referindo a toda essa vida frenética. Só que reclamamos, mas gostamos. De modo geral, não trocamos essas conquistas, certo? É saboroso saber que nós podemos, sim.
Damos muito mais conta das coisas que eles, vai. Tenta depilar a virilha, ou, enfim, o local correspondente... duvi D O- Dó! Pra tirar sangue é o maior drama, imagine otras cositas más. Deixar casa em ordem então, sem NÓS, é praticamente impossível (parabéns para as exceções). Minha entrevistada deveria estar se referindo a toda essa vida frenética. Só que reclamamos, mas gostamos. De modo geral, não trocamos essas conquistas, certo? É saboroso saber que nós podemos, sim.
Aííí, quando já alcançamos TUDO, surge o extremo do extremo. A "Marcha das Vadias". Ah calma lá, né?! Olha que coisa ridícula! Fazer uma marcha para TER O DIREITO de se vestir com roupas curtas e não ser atacada é tão absurdo quanto a opressão que um dia já existiu em torno do sexo feminino.
Brasília, São Paulo, Recife.... Várias cidades brasileiras imitaram neste mês o movimento que começou em abril no Canadá. O Slut walk - marcha das putas - aconteceu em Toronto como forma de protesto depois que um policial disse que o risco de uma mulher ser estuprada é menor se ela não se vestir como puta. Sinceridade pura!
Numa das matérias sobre o assunto, ouvi uma mulher dizer: "quero ter o direito de usar saia curta e não ser atacada". Gente, há ocasiões e ocasiões para usar uma roupa assim. Há lugares e lugares para usar roupa assim. Todo mundo sabe como só sair de casa já é perigoso hoje em dia, e tem gente que quer ir marchar pra reivindicar um direito absurdo desses? Quem estupra é gente doente. Safada. Se tem uma mulher "provocando", claro que gente doente e safada vai estuprar. É que nem matemática. Pode até ser machista minha postura, mas acho absurdo "reivindicar" tal direito. Vamos ter senso, né? Quem usa roupa curta, ou seja lá o que for, sabe as intenções que tem ao fazê-lo. Sabe também do mundo em que vive. E sabe mais ainda do que se passa na mente das pessoas.
Ah tá, vai pra qualquer carnaval fora de época da vida com uma minisaia e diga: NÃO PASSEM A MÃO. Piada, né? Toda ação tem uma reação. Queimaram o sutiã e agora querem transformar em cinzas todo o respeito conquistado até aqui. Para não sair do contexto: fico PUTA com essas coisas!
Numa das matérias sobre o assunto, ouvi uma mulher dizer: "quero ter o direito de usar saia curta e não ser atacada". Gente, há ocasiões e ocasiões para usar uma roupa assim. Há lugares e lugares para usar roupa assim. Todo mundo sabe como só sair de casa já é perigoso hoje em dia, e tem gente que quer ir marchar pra reivindicar um direito absurdo desses? Quem estupra é gente doente. Safada. Se tem uma mulher "provocando", claro que gente doente e safada vai estuprar. É que nem matemática. Pode até ser machista minha postura, mas acho absurdo "reivindicar" tal direito. Vamos ter senso, né? Quem usa roupa curta, ou seja lá o que for, sabe as intenções que tem ao fazê-lo. Sabe também do mundo em que vive. E sabe mais ainda do que se passa na mente das pessoas.
Ah tá, vai pra qualquer carnaval fora de época da vida com uma minisaia e diga: NÃO PASSEM A MÃO. Piada, né? Toda ação tem uma reação. Queimaram o sutiã e agora querem transformar em cinzas todo o respeito conquistado até aqui. Para não sair do contexto: fico PUTA com essas coisas!









